Parceria: Grupo Editorial Record 

Para quem não acompanhou meu ataque de alegria na semana retrasada  lá no stories do instagram (se você ainda não me segue no @letrasextraordinarias está perdendo um monte de dica legal), aqui vai a novidade: agora o IG Letras Extraordinárias é parceiro do Grupo Editorial Record, e eu vou trazer essa parceria para o blog.

A partir de agora vamos ter mais conteúdo,  e mais indicações literárias para vocês.

Fiquem ligados que deve rolar sorteio também. 🤗

A casa das belas adormecidas, Yasunari Kawabata.

A casa das belas adormecidas
Autor: Yasunari Kawabata
Editora: várias (ePubr)
Ano: 1961
Sinopse:
Imbuída de um erotismo inusitado, esta obra, escrita em 1961, demonstra a maturidade estilística do autor, que se utiliza sua virtuose descritiva para contar a história de Eguchi, um senhor de 67 anos que frequenta a ‘casa das belas adormecidas’, uma espécie de bordel onde moças encontram-se em sono profundo, sob efeito de narcóticos. Apesar da idade avançada, o protagonista parte em busca dos prazeres perdidos e se depara com moças virgens, que os visitantes podem tocar, mas são proibidos de corromper. Daí derivam passagens antológicas de rememorações pessoais e fantasia. Kawabata procura desvendar o enigmático universo do corpo feminino em um culto ao belo e ao inalcançável, investigando as dores da solidão a partir da sutileza de um erotismo expressivo, constantemente atravessado por passagens de fina ironia e perturbadora consciência da passagem do tempo, do vazio existencial que permeia as relações humanas.
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Sabe um livro difícil de digerir? Então.

Peguei esse livro para a categoria um livro de um autor japonês do #desafiolivrada2017 e foi uma experiência um pouco angustiante.

A história é a seguinte: um senhor de idade procura uma casa que oferece companhia de jovens virgens para dormir. Mas dormir mesmo, nada de sexo. Mas as companhias são moças bem jovens, e elas estão nuas. E desmaiadas. E quando digo desmaiadas, na verdade quero dizer desacordadas, quase mortas: drogadas. Não veem nada e não sabem de nada do que está acontecendo ao redor. É assustador!

E nesse ambiente físico, que me pareceu frio de modo a favorecer o sentimento de solidão, ele passa algumas noites, cada noite na companhia de uma mocinha nua diferente, que ele não sabe o nome, a idade, nada. É “apenas” a companhia de um corpo feminino nu e indefeso, que ele sabe apenas que respira e dorme. E ao lado delas, ele reflete sobre sua vida, sobre seu vazio existencial, seus questionamentos e medos de homem idoso, e nos conta algumas poucas histórias de sua juventude. Dessa forma, sabemos muito pouco sobre o homem, e nada sabemos sobre as meninas, apenas que dormem indefesas.

Esse livro inspirou Gabriel Garcia Marquez a escrever “Memórias das minhas putas tristes” e é um clássico da literatura mundial. Mas eu não recomendo para todo mundo porque pode servir de gatilho emocional para pessoas mais sensíveis ao tema. Foi um livro que incomodou e fez-me refletir sobre diversos assuntos como violência sexual e emocional, velhice, solidão, suicídio, homicídio, existencialismo, empatia, morte, e muito mais.

Não é uma história dinâmica, mas um livro lento, que faz-nos refletir junto com o personagem. Apesar disso, é um livro curtinho e nada cansativo, então não precisa ter medo porque não é nada entediante. Para mim foi uma experiência enriquecedora e constatei, mais uma vez, que  autores japoneses são geniais.

David Copperfield, Charles Dickens.

  • Capa dura: 1312 páginas
  • Editora: Cosac & Naify (13 de outubro de 2014)
  • Idioma: Português
  • ISBN-10: 8540507862
  • ISBN-13: 978-8540507869
  • Dimensões do produto: 17,6 x 12,8 x 7 cm
  • Peso do produto: 1 Kg

Sinopse

Um dos pilares da literatura ocidental moderna, Charles Dickens é até hoje fonte de inspiração para muitos escritores. Seu gênio foi admirado por Tolstói, Marx, Joyce, Kafka, Henry James, Nabokov, Orwell, Cortázar, entre muitos outros.
Semi-autobiográfico, David Copperfield foi publicado em forma de folhetim entre 1849 e 1850. O autor afirma, no prefácio ao livro, que, entre os inúmeros romances que publicou, este era seu “filho predileto”. A edição inclui textos críticos de Jerome H. Buckley, Sandra Guardini Vasconcelos e Virginia Woolf. Tradução de José Rubens Siqueira.

Primeiro livro do projeto #12calhamacos2017 já foi! E que “livrão”, minha gente! Nos dois sentidos! 😄

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David Copperfield é uma semi-autobiografia do Dickens publicada em 1849/50. Conta a história de um órfão que perde seu pai seis meses antes de seu nascimento e, mais tarde, sua mãe casa com um homem muito duro e amargo, que prejudicará muito a vida de David e seu relacionamento com sua mãe. David, então, aprende desde muito cedo os horrores da solidão e da maldade humana, e enfrenta inúmeras dificuldades sem deixar que nada retire de sua essência sua doçura e inocência, que é tanta que a gente sente agonia por ele ser tão bonzinho e confiar em todo mundo que se apresenta como amigo.

O livro é narrado em primeira pessoa e traz vários personagens, cada qual com seus dramas, personalidade, histórias muito bem delineadas e que receberão um desfecho final muito bem amarradinho, contribuindo para o fim harmônico da história do narrador. A narrativa conta a história de David desde seu nascimento até a vida adulta, e passeamos pela Inglaterra do Séc XIX com todos os problemas e dificuldades enfrentados por ele naquela sociedade. O amadurecimento do personagem é tão nítido e tão bem feito que podemos nos sentir verdadeiros expectadores de sua vida. Senti pena, raiva, amor, alegria, tantos sentimentos que sequer consigo expressar. É uma grande viagem e vale a pena degustar sem pressa, deixando a história crescer junto com seu narrador, vivenciando com ele todos os seus dramas pessoais e de seus amigos.

Eu já estou com saudades de todos!

Leitura mais que recomendada, obrigatória para todos os amantes de um bom clássico

Sono, Haruki Murakami.

Detalhes do produto

  • Capa dura: 120 páginas
  • Editora: Alfaguara; Edição: 1ª (11 de março de 2015)
  • Idioma: Português
  • ISBN-10: 8579623758
  • ISBN-13: 978-8579623752
  • Dimensões do produto: 21,2 x 14 x 1,4 cm
  • Peso do produto: 358 g

Sinopse:

“É o décimo sétimo dia que não consigo dormir.” Ela era uma mulher com uma vida normal. Tinha um marido normal. Um filho normal. Ela até podia detectar algumas fissuras nessa vida aparentemente perfeita, mas nunca chegou a pensar seriamente nelas. Até o dia em que deixou de dormir. Então, o mundo se revelou. Um mundo duplo de sombras e silêncio; um mundo onde nada é o que parece. E onde ela não pode mais fechar os olhos. Sono é um conto de Murakami inédito no Brasil, com ilustrações de Kat Menschik.

Sono, do Haruki Murakami, foi minha primeira leitura desse 2017 que já chegou me dando um soco na boca.

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Uma mulher tem paralisia do sono pela primeira vez e depois disso  fica dezessete dias sem dormir. Simples, não?

Não.

“…Fechei os olhos para me lembrar de como era a sensação de dormir. Mas a única coisa que existia para mim era uma vigília na escuridão. Uma vigília na escuridão que se associava à morte…Será que a morte não seria uma escuridão profundamente consciente e infinita como a que estou presenciando agora? A morte pode ser uma eterna vigília na escuridão…Se a morte é isso, o que devo fazer? O que fazer se a morte é um eterno estado de consciência, restrito a observar em silêncio essa escuridão?”.

Comecei após a virada, na madrugada do dia 1°, li por uns 20 minutos e apaguei. Depois peguei novamente no final da noite do mesmo dia, início do dia 02 de janeiro, e terminei em mais ou menos 1h. É livro pra ler em uma sentada, mas que ecoa. – Volta aqui, Murakami, quero saber o que  você pensando,  foi o que pensei. Por ler no digital, fiquei preocupada de estar incompleto. – cadê o resto da história? Eita porra, vou no skoob.

Nada. Foi isso mesmo. Acabou assim e  você que se vire pra dar um sentido a isso – foi a resposta do autor, na minha cabeça, é claro.

To de cara até agora, e adorei.

Segundo período de Letras da UFF – EAD/CEDERJ

E aí, pessoal? Beleza?

Hoje meu segundo período da faculdade começa de fato, porque oficialmente começou no último sábado, dia 28.01.2017, quando tivemos nossa aula inaugural lá no Pólo de Nova Iguaçu (tudo bem que dessa vez eu não fui, mas estava em espírito), mas o material impresso só foi liberado ontem, e por mais que eu tenha boa vontade, ainda não consigo estudar pelo Kindle, uso apenas como apoio. Então já li algumas coisas, mas a leitura pesada de estudo vai começar hoje!

E para inaugurar esse semestre vou mostrar para vocês as matérias que estou cursando. para saber quais foram as matérias que cursei no primeiro semestre, veja este post AQUI.

Vamos ao que interessa! Neste segundo período o curso oferece quatro matérias: Português 2, Linguística 2, Teoria da literatura e Literatura brasileira 1, mas eu cursarei sete matérias, acrescentando mais três á minha grade oficial: Português 4 (que não tem pré-requisito), Literatura portuguesa 1 e Matrizes de cultura e literatura hispânicas (optativa). vou tentar fazer isso todo semestre para tentar me formar em três anos e meio e não em quatro anos e meio, que é a previsão do curso.

 

Primeiro vamos as disciplinas da grade do segundo período:

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PORTUGUÊS II – SINTAXE DO PERÍODO SIMPLES (2º PERÍODO)

carga horária: 60 h.

Noções introdutórias de frase, oração e período. Frase oral e escrita. Constituintes sintáticos e classes de palavras. Oração e seus termos. Subordinação e coordenação. Sintaxe de regência, de concordância e de colocação. Aplicação da sintaxe ao ensino médio.

LINGUÍSTICA II

Carga Horária: 60h

O curso de LINGUÍSTICA II objetiva levar o aluno a compreender a linguagem como fenômeno cognitivo e as línguas naturais como diferentes instanciações dessa cognição. Com base nessa concepção psicológica de língua, visa-se introduzir ao aluno os  conceitos fundamentais da linguística gerativa e seu programa de estudos (a Teoria de Princípios e Parâmetros, na perspectiva atual). Particularmente, visa-se a apresentar ao aluno as noções básicas da análise linguística formal (princípios e parâmetros, estrutura argumental, grade temática, derivação e representações sintáticas, sistemas cognitivos de interface dentro e fora da linguagem). O curso também objetiva apresentar ao estudante os principais temas e problemas de estudo com relação à aquisição da  linguagem (fase da aquisição, teorias e hipóteses sobre a aquisição), aos distúrbios do desenvolvimento linguístico (déficit especificamente linguístico, afasias) e às questões de aprendizado de línguas estrangeiras e de sistemas de escrita.

LITERATURA BRASILEIRA I – INTRODUÇÃO A CULTURA E À LITERATURA
brasileira (2º período)

Carga horária: 60 h.

-literatura como produção cultural e construção da identidade nacional:  institucionalização da literatura brasileira no século xix e os eixos da atividade crítico
-literária no século XX – a especificidade histórica da linguagem literária: o barroco, o  romantismo e suas matrizes de criação literária: a matriz satírico-paródica e a matriz ontológico-nacionalista, em seus desdobramentos – a tradição do ensaio como forma de pensamento:leituras da mestiçagem e da dependência cultural e seus deslocamentos (o “entre-lugar” do discurso latino-americano)

– globalização e multiculturalismo: o nacional e o transnacional na cultura  contemporânea

 TEORIA DA LITERATURA I (2º PERÍODO)

carga horária: 60 h.

Noção e conceito de literatura: senso comum e reflexão. a literatura como objeto de reflexão. núcleos conceituais básicos da teoria da literatura: conceito de literatura;  relações entre literatura e sociedade; relações entre literatura e outras produções culturais; gêneros literários; estilos históricos da literatura.

Agora vamos às disciplinas que eu “puxei” para adiantar a minha vida, hehehe.

PORTUGUÊS IV – MORFOLOGIA (4º PERÍODO)

carga horária: 60 h.

Conceito, objeto e interfaces. Princípios básicos de análise mórfica. A palavra:  conceituação e estrutura. Tipos de morfemas na estrutura de verbos e nomes. Mecanismos flexionais. Processos de formação de palavras e sua produtividade. Classes de palavras. Aplicação ao
ensino médio.

LITERATURA PORTUGUESA I – IDENTIDADE, TERRITÓRIO, DESLOCAMENTO (4º PERÍODO)

Carga horária: 60 h.

Apresentação da literatura portuguesa através de três eixos temáticos – escrita, território e deslocamentos – com vistas a problematizar as questões da escrita – como objeto auto-referencial –,da intertextualidade, das viagens, das  identidades, da história. Corpus mínimo: fernão lopes, luís de camões (épica), almeida garrett, eça de queirós, cesário verde, fernando pessoa, miguel torga, sophia de mello breyner andersen, josé cardoso
pires e josé saramago. Práticas educativas: aplicação ao ensino e à pesquisa.

MATRIZES DE CULTURA E LITERATURA HISPÂNICAS (OPTATIVA)

Carga horária: 60h

Cultura e diversidade cultural, formação cultural espanhola, paradigmas literários da literatura hispânica, formação e mapas culturais hispano-americanos, paradigmas culturais hispano-americanos, o boom latino-americano e tendências contemporâneas a partir da crônica e do ensaio.

Como vocês podem perceber, eu terei um mundo de troço para ler e, por conta disso, não vou me meter em tantos projetos literários como eu tinha em mente. Quem em segue no Instagram sabe que eu estou fazendo dois projetos, um de calhamaços e outro do Blog Livrada. Vou ficar somente com esses dois projetos literários e cumprir a bibliografia básica de cada matérias que já estará de bom tamanho. mais pra frente faço posts de cada bibliorafia de cada disciplina, e o que eu lerei em cada uma, ok?

Então é isso, pessoal. me contem nos comentários o que vocês estão estudando!

Beijo.

Minhas impressões: Dois irmãos, Milton Hatoum

Oi, pessoal! Tudo bem?

Hoje trago para vocês meu segundo livro encerrado deste mês de janeiro. Sim, já li dois livros e estou lendo mais dois. Comecei o ano muito bem em minhas leituras e estou muito animada, acho que será um ano realmente proveitoso.

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Escolhi esse livro pelo motivo mais óbvio: hoje começa aquela minissérie da Globo e eu não quero tomar um monte de spoiler pela cara, pois já vi algumas entrevistas do autor e parece que a direção respeitou bastante a história, será algo fiel ao livro e eu fiquei com vontade de assistir. Eu não vejo TV há dois anos, então ainda não sei se vou conseguir acompanhar a série direitinho, mas fiz questão de ler logo o livro e estou muito grata por isso porque foi uma leitura incrível.

O livro tem 266 páginas e eu devorei em menos de 24h. Na verdade eu comecei a ler por volta das 16h da última sexta-feira e pretendia ler até a meia-noite daquele dia, mas não rolou porque tive diversos afazeres domésticos que me tiraram do foco. Então retomei a leitura no dia seguinte e terminei super rápido.

O romance é ambientado em Manaus, começando por volta dos anos 20/30 e atravessando o golpe militar de 64, narrado em primeira pessoa por Nael, o personagem central da trama. Tudo nos é mostrado pelo ponto de vista dele, seja pelo que ele viu e viveu, ou pelas histórias que ele ouviu dos outros personagens. Nael é filho de Domingas, uma órfã que foi adotada ainda como empregada por Halim e sua jovem esposa Zana. Esse casal apaixonado teve três filhos, Omar e Yaqub, gêmeos que se odiavam desde a infância, e Rânia, a única filha mulher do casal.

É muito importante destacar que Halim não queria filhos, mas Zana sempre quis três. Halim queria a mulher só para ele, e isso tem um grande peso em toda a história, inclusive sobre o ódio entre os irmãos: Omar, o “caçula”, desprezado pelo ciúme do pai sobre a proteção exagerada da mãe, e Yaqub, o que nasceu primeiro e sempre foi visto como o mais forte, o mais independente e a grande promessa da família.

Nael nos conta sobre sua própria família, que ele observa e vai juntando as peças de um enorme quebra-cabeças na esperança de entender suas origens e descobrir quem é o seu verdadeiro pai. Sim, Nael é filho de um dos homens da casa, mas sempre fora tratado como o filho da empregada.

Mas não se engane, a história não é tão simples e não é apenas sobre Nael ou sobre o ódio entre os gêmeos. É a história dos imigrantes libaneses, dos habitantes nativos de Manaus, da cidade e sua degradação, de uma família e seus dramas particulares. Temos uma riqueza enorme de temas, uma variação no tempo com personagens bem descritos, cada qual com sua personalidade muito desenvolvida.

Não existe um mocinho e um bandido, todos tem suas características boas e más, suas dores, suas angústias e suas razões.  A ambientação é detalhada sem ser cansativa, e o leitor tem a oportunidade de se colocar ao lado de Nael, observando e pensando a história junto com o narrador.

Foi uma experiência de leitura realmente necessária e eu tenho certeza que esse livro se tornará, se já não é, um grande clássico da literatura brasileira..

Feliz ano novo!

E aí, pessoal? Beleza?

Comigo está tudo ótimo e já comecei o ano com meu primeiro desafio para 2017: ler doze calhamaços.

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to apavorada! hahahaha

Então fiquem de olho que para todos esses livros haverá resenha aqui no blog, não excluindo os comentários que faço lá no Instagram (se ainda não me segue, corre lá e deixa verdinho pra mim, vai…).

E o que vocês acham de um canal no Youtube? Minha ideia é fazer no Youtube uma playlist de todos os livros que foram indicados na faculdade e que, obviamente, eu li, o que vocês acham? Respondam aqui nos comentários para mim, quem sabe eu animo? Bom, na verdade eu já até tenho o canal, mas ainda não publiquei nada relacionado a livros, quem sabe? cliquem aqui

Por hoje é só isso mesmo, pessoal! Mas fiquem de olho aqui porque eu voltei com TUDO e vai ter muita coisa boa (e frequência de post) este ano!

bjks